sexta-feira, 3 de julho de 2020

Quinta-feira,1 de julho de 2020.


Bom, esta sendo tudo muito difícil para o mundo inteiro,tantas mortes,tantos medos,tantas preocupações
Mais nesse momento temos que ter calma e fé, de que tudo isso vai passar
Eu estou muito apreensiva com tudo isso,imagino que todos também estejam,mais tem muitas formas de se divertir dentro de casa mesmo
Fazendo uma noite dos filmes com a família,aprender receitas novas,brincar com seus irmãos,fazer chamada de vídeo com amigos e familiares,ler um livro,eu já estou no quarto dessa quarentena e esta sendo muito bom pra mim,um ótimo passa tempo,já tentei desenhar mais eu não tenho esse dom,queria aprender a tocar algum instrumento,mais adivinha,eu não tenho um kkkkkkk,mais nao faz mal,eu invento e ta tudo certo,apesar deu querer muito um de verdade hahaha...
Eu tinha a vida agitada,gostava de sair,ir na casa de amigos, não parava em casa!isso foi uma bomba MUITO grande,do nada, tive que me trancar em casa,nem na esquina eu podia ir direito
Agora as coisas estão se acalmando ainda bem!apesar de ser horrível ter que sair com aquele negocio na minha cara que me sufoca,aos poucos tudo volta ao normal
Mais em quanto isso,vamos nos reinventar não é mesmo?eu por exemplo to cozinhando muito bem e peguei gosto pelos livros
Mais continuo com fé que um dia tudo vai passar e tudo vai virar meme kkkkkkk

Yasmin Alves Kondo 8º A

Sexta-feira, 3 de julho de 2020.



Meu querido diário,bom estamos em um momento não muito agradável ,pois estamos presos em casa por causa do coronavírus.
Eu estou tentando sempre fazer algumas coisas para não ficar entediada como por exemplo: estou assistindo novelas ,filmes, e sempre estou no YouTube e etc,para estudar eu uso celular do meu pai pois não tem o meu ainda, esse tempo todo me fez aprender muito e também estou mais perto da minha família estou aprendendo  melhor a controlar os meus sentimentos ,e sempre tentando pondo a cabeça em ordem ,é meio difícil ficar longe das pessoas queridas mas é preciso estar se prevenindo a salvar nossas vidas e espero que essa pandemia acabe e que tudo acabe bem .que Deus possa abençoar cada vida de cada pessoa que está sofrendo por esse momento por perdas inesperadas.

Iasmin Ignácio da Silva 8º B

Sexta, 3 de julho de 2020



Meu querido diário, esse isolamento social está sendo complicado e diferente. Devido a pandemia tivemos que mudar nossas rotinas e modos de convivência.
As aulas são mais breves e do conforto do safa eu às a assisto. Confesso que são mais fáceis e as atividades ficam mais complexas com o auxílio da internet.
Me divirto vendo lives e jogando jogos em tempos livres. Não costumo fazer ligações mas troco mensagens com amigos e familiares.
Aguardo ansiosamente com minhas irmãs a volta as aulas presenciais, esperando que essa pandemia acabe e tudo se normalize rapidamente, e que a taxa de mortalidade diminua.
Talmires - 8º C

sexta-feira, 19 de junho de 2020

Projeto Diário da Quarentena



Para conhecer nossa proposta, clique no link:
https://drive.google.com/file/d/1Y3NZBbTaI1L1RqU1FBGqv2T5YTxUp3aL/view?usp=sharing

Sexta-feira, 19 de junho de 2020.



Como leciono o dia todo, muitas vezes fico um pouco por fora do que está acontecendo no mundo. Tinha ouvido falar sim do coronavírus, mas achava que era só do outro lado do mundo e que não passava de uma "gripezinha". Lembro-me de que já passamos por isso em 2009 com a H1N1 e que as aulas foram suspensas só por uns quinze dias.

Nunca vou me esquecer do susto que levei no dia 13 de março. Cheguei em casa já à noitinha e recebi mensagem de uma amiga que era pra ligar a TV pra ouvir o pronunciamento do governador: as aulas seriam suspensas. Foi aí então que parei para ouvir os noticiários. Duzentas pessoas estavam morrendo na Itália por dia! As pessoas estavam trancadas dentro de suas casas, sem poder sair. 

Na próxima segunda, nas escolas em que trabalho, tudo já começou a ficar diferente. Seria uma semana de suspensão gradual das aulas para que as famílias pudessem se organizar. Foi orientado que de forma nenhuma as crianças fossem deixadas com os avós, já que a taxa de óbito entre os idosos que se contaminam pelo COVID-19 é muito alta. 

Como trabalho com os adolescentes que já podem ficar em casa sozinhos, eles não foram mais à escola. Fiquei muito chateada, pois nem pude me despedir deles na última aula presencial que tivemos.

Trabalhei ainda, indo às minhas escolas, até na sexta-feira, dia 20 de março, depois entramos em isolamento social e assim estamos até hoje, três meses depois. 

Nunca poderia imaginar que tudo isso duraria tanto tempo. E tivemos que nos adaptar a um mundo novo...

Hoje estou trabalhando. Minhas aulas estão acontecendo de forma remota: uso aplicativos de videoconferência, as redes sociais e um aplicativo novo que a Secretaria da Educação criou às pressas. Tive que aprender a gravar videoaulas! (Odiei no começo, mas agora já virou rotina). 

Confesso que aprendi muitas coisas ligadas à tecnologia que, com certeza, quero continuar utilizando quando tudo voltar ao normal. Todavia, nada substitui a presença humana! Sinto falta até da bagunça dos meus alunos, das suas risadas, do olhar de cada um que consegue transmitir exatamente o que está sentindo: se está curtindo a aula ou achando tudo um saco! Sinto falta até que andar pelos corredores com cuidado para não ser atropelada por eles. 

Tenho fé que tudo isso vai passar e que no futuro possamos nos lembrar de tudo isso, dando mais valor às coisinhas do dia-a-dia como um simples e gostoso abraço.


Prof.ª Suely Cristina